sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Sobre o GAM








GRUPO DE AÇÃO MISSIONÁRIA


Definição: O GAM – Grupo de Ação Missionária é uma organização batista, missionária, para rapazes de 17 a 35 anos, solteiros ou casados, membros de uma Igreja Batista. Entretanto, é permitido aos não batizados freqüentar suas programações, contudo, sem assumir atribuições.

Tema: Somos Gamistas Valentes

Divisa: Então o Anjo do Senhor apareceu a Gideão e lhe disse: o Senhor é contigo varão valente. Juizes 6.12

Hino Oficial: Corajosos – 469 CC

Um pendão real vos entregou o Rei, a vós soldados seus; corajosos, pois, de tudo defendei, marchando para o céu.

Com valor, sem temor, por Cristo, prontos a sofrer. Bem alto erguei o seu pendão, firmes sempre até morrer!

Eis formados já malignos batalhões, do grande usurpador! Revelai-vos, hoje, bravos campeões; avante sem temor!

Oh! Sejamos todos a Jesus leais, e a seu real pendão! Os que na batalha sempre são fiéis com Ele reinarão

Compromisso:

Prometo, esforçar-me por uma vida digna de um gamista valente, guardar meus lábios da mentira, da impureza e de tomar o nome de Deus em vão. Conservar meu corpo limpo e pronto para o serviço. Dar tudo o que puder para o sustento de missões e pelo meu trabalho, ajudar a estabelecer o reino de Deus aqui na terra. Se assim não for, para que nasci?

História do GAM:

Tudo começou em 1967. Em atendimento a uma sugestão do Departamento Masculino de Atividades Missionárias – DMAM, para se criar o GAM. Em tempo, também foi lançada a 1ª edição do Guia do GAM, elaborado por Edson José Machado, Willian Alvin Hatton e Antonio Melo Santos.
Com a divulgação do Guia do GAM e a promoção efetuada, o trabalho organizado com os moços despertou o interesse de muitas igrejas, principalmente no estado do Rio de Janeiro.
            O primeiro GAM foi organizado em 21 de Janeiro de 1968, na PIB em Taquara, no Rio de Janeiro, outros, porém, foram organizados em seguida em várias igrejas. Em fevereiro de 1968, foi realizado o 1º Acampamento de Moços, no Sítio do Sossego, RJ. E, com o entusiasmo de seus participantes novos GAMs foram organizados em vários estados.
            Por falta de um planejamento mais ousado e talvez por falta de promoção, as atividades dos GAMs ficaram restritas apenas às igrejas que já conheciam a organização, resumindo-se em algumas centenas de GAMs espalhados pelo Brasil.
            Com o passar do tempo a organização foi se tornando insatisfatória a ponto de algumas pessoas, não satisfeitas com a estrutura denominacional em relação ao programa de educação religiosa da CBB, votaram a extinção da mesma, na 70ª assembléia da CBB, realizada em Fortaleza – CE, em janeiro de 1989. Dessa forma, o GAM foi eliminado do programa de educação religiosa.
            Sem deixar-se abater pelo desânimo e sem contrariar a decisão da CBB, o Conselho de Administração e Coordenação da União Masculina Missionária Batista do Brasil – UMMBB, reunido no dia 3 de Abril de 1989, decidiu solicitar a CBB, a reconsideração do assunto e entregou a seu secretário geral, Ir José Silas Potieri, a responsabilidade de promover novos estudos na faixa etária dos moços e preparar o material necessário para a sua promoção em larga escala, inclusive a elaboração de um Manual da organização;  o que efetivamente foi feito no exercício de 1989.
            A 71ª Assembléia da CBB, realizada em janeiro de 1990, na cidade de Belo Horizonte – MG, reconsiderou a proposta de extinção do GAM e votou a sua reorganização.

Galeria dos Coordenadores Nacionais do GAM:

Tiago
Nélio Wilson Lopes Sobral
Itararé Maravalha – 1986 a 1987 e 1993 a 1997
Pr. Darlison – 1997
Valter Silva (interino)
David de Araújo Mariano – 03/2002 a 11/2005
Joab Seabra da Silva (interino)
Ademir Clemente Bezerra (interino)
Josué Nery dos Santos
Alexandre Julião 

Objetivo da Organização:

O objetivo precípuo do GAM é explorar e desenvolver o potencial do gamista valente, envolvendo-o com missões, a evangelização, o esporte, e as atividades sócio-culturais.

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA:

Da Diretoria:

            A diretoria do GAM é composta da seguinte forma, com suas respectivas atribuições:

Presidente:

  1. Responsabilizar-se pelo desenvolvimento e crescimento da organização, bem como pelo bom andamento do trabalho da diretoria da organização
  2. Representar a organização junto à Igreja, à UHB, ao DAGAM, ao DCGAM, ao DERGAM e ao DENAGAM
  3. Convocar reuniões ordinárias e/ou extraordinárias
  4. Presidir as reuniões da organização
  5. Nomear comissões
  6. Planejar a organização junto com a sua diretoria
  7. Supervisionar as atividades da organização
  8. Promover  . 109 - a tora do rol de bebeIST o estudo do manual da organização aos novos integrantes da organização
  9. Manter boa relação com o pastor e o promotor de missões, dando-lhes ciências dos planos da organização
  10. Assinar com o secretario, o livro de atas.

Vice-presidente:

  1. Substituir o presidente em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o presidente no exercício de suas atividades

Secretário:

  1. Registrar as ocorrências das reuniões da organização no livro de Atas
  2. Registrar os relatórios das atividades da organização, enviando, inclusive, para os órgãos associacional, convencional e nacional
  3. Manter em ordem as fichas e cadernetas com os dados cadastrais atualizados dos gamistas valentes
  4. Elaborar as comunicações e correspondências da organização
  5. Organizar a sala e providenciar os materiais e ferramentas para as reuniões
  6. Pesquisar e relatar as necessidades de materiais para a organização
  7. Guardar as ofertas e doações arrecadadas pela organização
Coordenador de Expansão:

  1. Planejar e promover cultos evangelísticos
  2. Planejar e promover atividades de impactos evangelísticos
  3. Planejar e promover Caminhadas evangelísticas
  4. Planejar e promover viagens missionárias

Vice-coordenador:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Coordenador de Serviço Social:

  1. Planejar e promover mutirões
  2. Planejar e promover cursos profissionalizantes
  3. Planejar e promover palestras para a comunidade
  4. Planejar e promover campanhas de arrecadação de donativos
  5. Planejar e promover campanhas de arrecadação de alimentos
  6. Planejar e promover ações assistenciais junto à comunidade
  7. Planejar e promover atividades de bazares

Vice-coordenador:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Coordenador de Esportes e Lazer:

  1. Planejar e promover atividades e torneios esportivos
  2. Planejar e promover acampamentos e passeios
  3. Planejar e promover intercâmbios
  4. Planejar e promover piqueniques
  5. Planejar e promover confraternizações
  6. Planejar e promover competições e gincanas

Vice-coordenador:
  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Coordenador de Eventos Culturais:

  1. Planejar e promover concursos
  2. Planejar e promover Festivais de talentos
  3. Planejar e promover apresentações musicais e teatrais
  4. Planejar e promover oficinas de arte

Vice-coordenador:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Coordenador de Marketing:

  1. Analisar a organização
  2. Apresentar sugestões de melhoramento da organização junto à sua estética
  3. Divulgar as atividades da organização

Vice-coordenador:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Coordenador de Inteligência:

  1. Planejar o desenvolvimento da Organização
  2. Promover pesquisas de dados da Organização
  3. Apresentar propostas de crescimento da Organização
  4. Apresentar propostas de melhoramento da Organização
  5. Apresentar propostas de manutenção dos resultados da Organização

Vice-coordenador:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Consultor da Organização:

  1. Incentivar os valentes a participarem das atividades da Organização
  2. Atender os valentes em aconselhamento e orientações
  3. Apoiar e assistir moral e espiritualmente os gamistas valentes
  4. Promover a integração dos membros da Organização
  5. Visitar os gamistas valentes
  6. Orientar a diretoria do GAM no exercício de suas atividades
  7. Fazer a ligação da Organização com o Pastor, a diretoria da Igreja, a Embaixada, a SHB e a UHB

Consultor Adjunto:

  1. Substituir o coordenador em seus impedimentos ou ausência
  2. Auxiliar o coordenador no exercício de suas atividades

Observação: Os consultores podem ser eleitos pela Igreja, caso a mesma não tenha uma UHB constituída em sua estrutura. Também podem ser indicados pelos gamistas valentes, e homologados pela UHB ou Assembléia da Igreja. O importante é que seja uma escolha de comum acordo, do agrado de todos.  Eles não precisam ter idade de gamista valente; mas, deve ser observada a maturidade dos indicados, que deverão logo em seguida participar de um curso preparatório para líderes de GAM, se preparando e recebendo sua carteira.

DEFINIÇÃO DE CONSULTOR DO GAM
Quem deve ser o consultor do GAM? Sobretudo, deve ser aquele escolhido por Deus, dentre muitos, na igreja, para o exercício do ministério com os valentes. Naturalmente, antes de aceitar o desafio de liderar o referido ministério, o privilegiado deve possuir a convicção de que o Senhor o convocou, apropriar-se de todas as ferramentas e recursos disponíveis, preparar-se, vestir a camisa da organização e envidar todos os esforços para desenvolver o seu ministério com o máximo de sua capacidade. Dentre os vários requisitos para tornar-se Consultor do GAM, é fundamental que o candidato seja batizado, dizimista, comprometido com Deus e a igreja, tenha boas relações familiares, sociais e profissionais, seja honesto, tenha maturidade espiritual e seja dinâmico.



Perfil do Consultor:

  1. Ter maturidade para a função
  2. Ter participado do Curso de Consultor
  3. Ser cristão autêntico
  4. Conhecer a organização
  5. Conhecimento de Liderança
  6. Honestidade e Compreensão
  7. Procurar conhecer cada gamista valente
  8. Autoconfiança
  9. Modéstia, lealdade e altruísmo
  10. Iniciativa e Coragem
  11. Bom Humor
  12. Ser pontual nas programações,
  13. Entusiasmo,
  14. Discrição no falar e na aparência
  15. Amar o trabalho missionário,
  16. Senso de cooperação denominacional,
  17. Saúde e disciplina pessoal,
  18. Pureza,
  19. Boa conduta ética e moral,
  20. Autenticidade,
  21. Veracidade oral,
  22. Compromisso com a verdade,
  23. Outras.
 COMO IMPLANTAR UM GAM

  1. Apresentar o intento em oração ao Senhor
  2. Compartilhar o intento com o Pastor ou a liderança da Igreja
  3. Tornar o intento conhecido da Igreja
  4. Entrar em contato com o DAGAM, DCGAM, DERGAM OU DENAGAM e convidar um líder para fazer uma exposição da organização à Igreja
  5. Convocar todos os homens da igreja, de 17 a 35 anos de idade, solteiros ou não, para uma reunião especial, com o fim de apresentar-lhes detalhadamente a organização
  6. Convocar uma reunião para eleger a diretoria da organização
  7. Realizar um treinamento para a diretoria
  8. Realizar o culto solene de oficialização da organização e posse da diretoria, com a participação de toda a Igreja
  9. Realizar uma reunião de planejamento com a diretoria
  10. Realizar a 1ª reunião com todos os valentes e convidados (esta reunião deve ser de confraternização).
  11. Efetue o cadastramento de todos os valentes presentes à 1ª reunião, em caderneta própria

Observação: todos os fatos, desde o surgimento do intento até o culto solene de oficialização da organização, devem ser registrados no livro de atas, com o fim de manter viva a história de como, quando e por quem a organização foi implantada na Igreja. É importante registrar os nomes de todos os membros fundadores da organização. Deve-se fotografar também a programação do culto solene de oficialização da organização e enviar uma foto para ser publicada na Revista O Gamista.

CREDENCIAL:

            A CREDENCIAL é um certificado conferido anualmente ao GAM em reconhecimento à sua existência ou ao seu permanente funcionamento. A primeira CREDENCIAL é concedida pelo DENAGAM, sem qualquer ônus, mediante a efetivação do cadastramento da organização solicitante, em formulário próprio, e terá validade até o dia 31 de dezembro do ano da solicitação. Entretanto, nos anos subseqüentes, a CREDENCIAL será conferida, mediante a apresentação do relatório anual de atividades, uma contribuição simbólica, conforme tabela de preços na Revista O Gamista, e o devido preenchimento do formulário de solicitação de CREDENCIAL. E também terá validade até o dia 31 de dezembro do ano da solicitação.

SIGNIFICADO DOS SÍMBOLOS DA ORGANIZAÇÃO:

ORGANOGRAMA DA ORGANIZAÇÃO:


Assembléia da UHB


Diretoria da UHB

ER
GAM
SHB


Assembléia da UHBA


Conselho da UHBA


Diretoria da UHBA


Secretaria Geral

DAER
DAGAM
DASHOB


Assembléia da UHBC


Conselho da UHBC


Diretoria da UHBC


Secretaria Geral

DCER
DCGAM
DCSHOB


Diretoria da UHBR

DERER
DERGAM
DERSHOB


Assembléia da UHBB


Conselho da UHBB


Diretoria da UHBB


Secretaria Geral

DENAER
DENAGAM
DENASHOB

ENTRADAS E SAÍDAS DE BANDEIRAS:

Posições das Bandeiras:

BRASIL

CRISTÃ

ORGANIZAÇÃO

A bandeira do Brasil deve entrar sozinha ou à frente das demais, e ser hasteada no topo mais alto, e ser a última a sair.
A bandeira Cristã, mesmo sendo a mais importante para nós; de acordo com a Lei, deve ser hasteada no mesmo topo das demais: abaixo e à direita da do Brasil. Ela deve entrar juntamente com a do GAM. Deve ser a segunda a sair.
A bandeira do GAM tem um valor inestimável para todos nós. Entretanto, deve ficar à esquerda da bandeira do Brasil, no mesmo topo da Cristã, ser a última hasteada, e a primeira a sair.

Segue abaixo o Projeto de Lei 350/99, com as regras sobre os referidos Símbolos Nacionais:

Art. 26.  Nas cerimônias em que for hasteada ou arriada a Bandeira Nacional ou nas ocasiões em que for apresentada em marcha ou cortejo e durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações.

Parágrafo único.  Após a execução do Hino Nacional ou do hasteamento da Bandeira Nacional, é admitida a saudação por palmas.

Art. 27.  Ficam proibidas as seguintes manifestações à Bandeira Nacional:
I - apresentá-la em mau estado de conservação;
II - usá-la em solenidades públicas ou oficiais em discrepância com as especificações e regras estabelecidas nesta Lei;
III - apresentá-la sob qualquer forma que resulte na sua depreciação.

JURAMENTOS:

Juramento à bandeira nacional:

Prometo, pela minha honra, proceder em todas as circunstâncias como um homem consciente de seus deveres, amar a minha Pátria e defendê-la na paz e na guerra.

Juramento à bandeira cristã:

Prometo ser fiel ao meu Salvador Jesus Cristo, amá-lo de todo o meu coração, servi-lo com todas as minhas forças. Levarei a sua bandeira com a bíblia aberta a todo o mundo.

MODELOS DE PROGRAMAÇÕES:

Programa de Culto de Aniversário dos Gamistas Valentes


  1. Prelúdio
  2. Boas vindas
  3. Oração
  4. Entrada das Bandeiras (Todos de pés, em total silêncio)
  5. Hino Nacional Brasileiro (O condutor deve empunhá-la para frente)
  6. Momento Cívico (juramento de cada bandeira, seguido do cântico inerente à mesma).
  7. Juramento à Bandeira Nacional: “Prometo, pela minha honra, proceder em todas as circunstâncias como homem consciente de seus deveres, amar a minha pátria e defendê-la na paz e na guerra”; e canta o Hino .439 CC.
  8. Juramento à Bandeira Cristã: “Prometo, ser fiel ao meu salvador Jesus Cristo, amá-Lo de todo o meu coração, servi-Lo com todas as minhas forças. Levarei a sua bandeira com a Bíblia aberta a todo o mundo”; e canta o Hino 
  9. Juramento à Bandeira do GAM – Recita-se o mesmo compromisso do GAM e canta o Hino 469 CC.
  10. Recita-se o tema e a divisa da organização
  11. Composição da Plataforma
  12. Leitura Bíblica
  13. Apresentação dos Visitantes
  14. Momento de Cânticos:
  15. Histórico da Organização
  16. Momento de Ofertório
  17. Participação Especial
  18. Mensagem Bíblica
  19. Homenagens Especiais
  20. Agradecimentos
  21. Oração (convidar todos os representantes da organização a irem à frente – fotografar e/ou filmar e enviar a foto ao DENAGAM)
  22. Saída das Bandeiras
  23. Poslúdio
Programa de uma reunião do GAM
1)      Saudação (Presidente)
2)      Oração (todos de pés ou sentados, o presidente designa quem vai orar)
3)      Leitura Bíblica (o presidente deve comentar o texto)
4)      Cânticos da Organização (o presidente designa quem vai conduzir os cânticos ou ele mesmo pode entoá-lo)
5)      Recitar o Tema (Todos, dirigidos pelo presidente ou quem ele atribuir)
6)      Recitar a Divisa (Todos, dirigidos pelo presidente ou quem ele atribuir)
7)      Recitar Compromisso (Todos, dirigidos pelo presidente ou quem ele atribuir)
8)      Canta o Hino Oficial do GAM – 469 CC – Corajosos
9)      Avisos (Secretário)
10)  Estudos bíblicos, da revista ou missionários, filmes missionários e outros, reunião de oração, diversos, (o presidente dará continuidade ou apresentará quem fará o estudo ou conduzirá a programação)
11)  Agradecimentos (o presidente agradece a todos, convida-os para estarem na próxima reunião, e imediatamente)
12)  Oração de encerramento (o presidente designa quem vai orar, e ao final da oração, dar o grito de guerra: Uma vez Gamista? Pra sempre Gamista valente? Respondem todos, dando um soco pra o ar).

REGRAS BÁSICAS PARA REALIZAR UM ACAMPAMENTO

  1. Conhecer o local,
  2. Descobrir os meios de acesso,
  3. Pesquisar as distâncias para postos de saúde e mercados,
  4. Definir estrutura do acampamento
  5. Elaborar um orçamento,
  6. Evitar objetos de valor e excesso de bagagens,
  7. Providenciar equipamentos de primeiros socorros,
  8. Equipamentos necessários (facão, lanterna, bússola, bota, etc.).

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
  1. Estudos e filmes missionários;
  2. Estudos e filmes bíblicos;
  3. Cultos de oração;
  4. Comemoração do aniversário do gamista valente;
  5. Comemoração do Dia do Gamista;
  6. Ações evangelísticas;
  7. Campanhas de alvos missionários;
  8. Mutirões missionários;
  9. Ações beneficentes;
  10. Confraternização dos aniversariantes;
  11. Viagens missionárias;
  12. Lazer com a família;
  13. Jantar com as namoradas, noivas e esposas dos gamistas valentes;
  14. Intercâmbios com outros GAMs;
  15. Acampamentos tradicionais e rústicos e Congressos;
  16. Atividades Esportivas e Torneios;
  17. Visitas a asilos, cadeias, orfanatos, hospitais;
  18. Campanha do mais um;
  19. Palestras diversas para a comunidade;
  20. Encontro de empresários, comerciantes, professores, profissionais liberais e outros, com fins estrategicamente evangelísticos;
  21. Jantar tipicamente missionários;
  22. Participação de atividades denominacionais;
  23. Cursos profissionalizantes;
  24. Formar grupos específicos: musicais: instrumentais e vocais, teatrais, etc;
  25. Visitar sempre uns aos outros;
  26. Visitar os enfermos, membros e não membros da Igreja.

ESTRATÉGIAS DE AÇÃO:

EVANGELIZAÇÃO:

EVANGELISMO PESSOAL: é um método evangelístico que consiste em comunicar de uma forma, direta e pessoalmente, a mensagem do Evangelho ao pecador. Deve-se efetuar a abordagem do receptor e comunicar-lhe a mensagem de salvação com toda clareza necessária; inclusive, confrontando-o com sua condição de pecador, sem, contudo, ofendê-lo.

IMPACTO EVANGELÍSTICO: é um método evangelístico com o objetivo de comunicar a mensagem do Evangelho, num local com a presença de muitas pessoas, utilizando-se, simultaneamente, de várias ferramentas capazes de transmitir, contundentemente a mensagem de salvação, a exemplo de:

  1. Apresentação teatral
  2. Evangelismo pessoal
  3. Distribuição de folhetos
  4. Apresentação musical
5.      Pregação
  1. Projeção de filmes
  2. Outras ferramentas

 EVANGELINET: é um método evangelístico que consiste em comunicar a mensagem do Evangelho aos internautas, fazendo uso das ferramentas internéticas, a exemplo de:

  1. Orkut
  2. MSN
  3. Salas de bate-papo
  4. E-mails
  5. Comunidades
  6. Blogs
  7. Sites
  8. Outras ferramentas

FUTEBOLISMO: é um método evangelístico que consiste em comunicar a mensagem do Evangelho aos praticantes do futebol, de uma forma dinâmica, objetiva, e eficiente. Sabe-se que, geralmente é comum um homem, na idade de 17 a 35 anos, gostar de jogar futebol. O desafio compreende os gamistas valentes convidar seus amigos a participar regularmente, toda semana, de partidas de futebol amistosas. Entretanto, antes do início do evento, deve-se fazer uma breve reflexão bíblica, uma oração, e cantar um hineto de confraternização (todos devem se confraternizar). Vale ressaltar que, durante o evento, o testemunho dos salvos deve ser irrepreensível. 

OUTRAS FERRAMENTAS DE EVANGELIZAÇÃO:

Todos nós sabemos que estratégia é a arte de aplicar meios e recursos disponíveis para alcançar um objetivo específico. Em se tratando da evangelização, conhecemos muitas estratégias que são freqüentemente utilizadas atualmente por segmentos masculinos das igrejas batistas. Inclusive, é importante ressaltar algumas delas:

1)      Distribuição de folhetos evangelísticos
2)      Culto nos lares
3)      Culto ao ar livre
4)      Núcleo familiar
5)      Caminhada evangelística, dentre outras.

Entretanto, além dessas estratégias importantíssimas queremos compartilhar outras que também têm alcançado resultados significativos em diversas igrejas no Brasil.

PULSEIRÃO: é uma estratégia de evangelização de grupo. Consiste na utilização de uma corda de nylon, com aproximadamente 3 metros de cumprimento, introduzida em 6 bolas de isopor pintadas, nas cores: branca, amarela, preta, vermelha, verde e azul, cujo fim é comunicar a mensagem bíblica através dos significados das cores em detalhes:

a)      Branca: Deus fez o homem perfeito, sem mácula.
b)      Amarela: a vida do homem é muito preciosa para Deus.
c)      Preta: o homem pecou e precisa do perdão divino.
d)     Vermelha: Cristo pagou um alto preço, derramando o seu sangue na cruz.
e)      Verde: o homem deve ter esperança. Cristo voltará em breve para levar os seus.
f)       Azul: há um lugar todo especial para os salvos morar, preparado por Cristo, o céu.

PULSEIRINHA: é uma estratégia de evangelização pessoal. Consiste na utilização de um cordão amarrado ao pulso, introduzido em seis bolinhas nas mesmas cores do pulseirão, e tem o mesmo fim.

MENSAGEM ILUSTRADA: é uma estratégia de evangelização de grupo. Consiste na utilização de uma tela, revestida de papel metro, onde são pintados os desenhos ilustrativos em cores luminosas alusivos aos pilares da mensagem evangelística à semelhança do pulseirão. Entretanto, em vez da enfatização das cores, evidencia-se cronologicamente os fatos.

FUTEBOL EM AÇÃO: é uma estratégia de evangelização de grupo. Consiste na reflexão bíblica curta precedente ao início das partidas de futebol. Entretanto, deve-se convidar, com antecedência os esposos e filhos descrentes das irmãs da igreja, além de outros residentes na comunidade. Ressalta-se a importância da organização do projeto, que deve ser semanal, em local apropriado; a pontualidade, o bom testemunho dos crentes, o bom relacionamento interpessoal e a boa comunicação. A estratégia pode ser usada em outras modalidades esportivas.

APRESENTAÇÃO TEATRAL: é uma estratégia de evangelização em massa. Consiste na comunicação da mensagem bíblica através de encenações, expressões corporais e dialéticas ou não. É uma estratégia de influência desmedida e muito conhecida dos homens batistas. Porém, nem sempre tem sido explorada com freqüência, apesar de haver inúmeros homens batistas com inequívoco potencial.
MUTIRÃO MISSIONÁRIO: é um método que reúne um grupo de gamistas valentes com o objetivo de prestar auxílio a terceiros. E, isto, usando o potencial de cada um, na aplicabilidade do objetivo fim. Vale ressaltar que, o referido mutirão pode ser polivalente, assim como cada membro da organização geralmente já o é.
            Segue abaixo mais uma modalidade de mutirão:

MUTIRÃO DE CONSTRUÇÃO CIVIL: nesta modalidade, podemos explorar o potencial de cada gamista valente, de acordo com suas habilidades, canalizando-o para a consecução do objetivo.
Sugestões de habilidades:

  1. Engenheiro
  2. Arquiteto
  3. Projetista
  4. Mestre-de-obras
  5. Pedreiro
  6. Pintor
  7. Eletricista
  8. Encanador
  9. Carpinteiro
  10. Ajudantes
  11. Outros

Passos para executar o Mutirão de Construção Civil:

  1. Identifique o beneficiário do mutirão
  2. Apresente o intento a Deus, em oração
  3. Apresente o desafio aos gamistas valentes (Obs. Fotografe, filme o local, dê detalhes da necessidade).
  4. Entre em contato com o beneficiário
  5. Faça um levantamento da mão-de-obra necessária
  6. Identifique os valentes com as referidas habilidades (Obs. Pode convidar gamistas valentes de outra igreja, caso haja déficit de mão-de-obra especializada).
  7. Agende uma data para a realização do mutirão
  8. Divulgue ostensivamente o mutirão
  9. Recrute os gamistas valentes necessários (Obs. Não desperdice força e nem o potencial dos valentes. Faça um levantamento de quantos valentes serão realmente necessários).
  10. Arrecadem materiais de construção civil, necessários à obra, se possível.
  11. Mandem brasa! Executem o projeto.
  12. Agradeçam a Deus pelo êxito e por cada valente que se deu ao Senhor para servi-lO.

OUTRAS ESTRATÉGIAS DE AÇÃO:

    1. RECREAÇÃO
    2. SEMINÁRIOS
    3. CONGRESSOS
    4. CURSOS PROFISSIONALIZANTES E OUTROS
    5. ACAMPAMENTOS
    6. ESPORTE
    7. DISCIPULADO
    8. VIAGENS MISSIONÁRIAS
    9. INTERCÂMBIOS


REGRAS PARLAMENTARES
DOS DEBATES:

Art. 1 – Para ser discutido numa Assembléia Geral, qualquer assunto deverá ser introduzido por uma proposta devidamente apoiada, salvo os pareceres do Conselho, dos Grupos de Trabalhos e Comissões previamente criados.

PARÁGRAFO ÚNICO: feita uma proposta esta só poderá ser discutida se receber apoio de outro membro da Igreja, que dirá apoiado.

Art. 2 – Colocada a proposta em discussão, os membros que desejarem falar, deverão levantar-se e solicitar a palavra ao presidente.

Art. 3 – O presidente concederá a palavra ao membro que primeiro a solicitar e quando dois ou mais solicitarem, concedê-la-á àquele que estiver mais distante da mesa e se ambos estiverem distantes ao mais idoso.

Art. 4 – Quando muitos oradores desejarem falar, o presidente poderá ordenar abertura de inscrições, o que será feito pelo secretário, seguindo rigorosamente a ordem anotada.

PARÁRAFO ÚNICO: por decisão do plenário, pode ser limitado o tempo dos oradores.

Art. 5 – Feita uma proposta, apoiada e posta em discussão, qualquer membro pode apresentar uma proposta substitutiva, baseada na original e que não altere a sua ausência.

1º - Uma proposta substitutiva não pode contrariar fundamentalmente a proposta original.

2º - Uma vez proposta e apoiada uma proposta substitutiva, a discussão passa a ser feita em torno dela.

3º - Encerrada a discussão e posta a votos a proposta substitutiva, se essa vencer desaparecerá a proposta original, em caso contrário voltará à discussão a proposta original.
Art. 6 – Apresentada uma proposta apoiada e posta em discussão, qualquer membro poderá propor emendas, acrescentando palavras ou frases (emenda aditiva), suprimindo palavras ou frases (emenda supressiva) ou ainda suprimindo palavras ou frases e acrescentando outras (emenda supressiva aditiva).

1º - Apresentada e apoiada a emenda a discussão passa a ser travada em torno dela.

2º - Encerrada a discussão sobre a emenda, pô-lo-á a votos; se vencer, será acrescentada à proposta original que, depois será posta a voto com emenda.

Art. 7 – Para facilitar a discussão de uma proposta que consta de vários pontos, o presidente poderá dividi-la, submetendo a votação de cada ponto, separadamente.

Art. 8 – Qualquer proposta poderá ser retirada do plenário, mediante solicitação do proponente e aquiescência da Assembléia Geral.

Art. 9 – O uso da palavra por um mesmo membro em torno de uma proposta, será permitido, no máximo por quatro vezes, salvo deliberação em contrário pelo plenário, se for convidado pela mesa a dar esclarecimento ou ainda para encaminhar a votação.

DAS PROPOSTAS ESPECIAIS:

I – PARA ENCERRAMENTO DAS DISCUSSÕES:

Art. 10 – O plenário poderá encerrar a discussão sobre matéria já suficientemente esclarecida, mediante proposta nesse sentido, respeitando-se os oradores inscritos.

PARÁGRAFO ÚNICO: a proposta para encerramento da discussão poderá ser brevemente justificada pelo autor.

II – PARA ADIAMENTO:

Art. 11 – Qualquer membro poderá propor o adiamento, por tempo definido ou não, da discussão do assunto em debate, para que sejam oferecidos esclarecimentos ao plenário, se necessário, ou para que seja dada preferência a matéria mais urgente.

PARÁGRAFO ÚNICO: em qualquer Assembléia Geral posterior, um membro poderá propor a volta aos debates de assuntos que tenham sido adiados por tempo indefinido.
III – PARA RECONSIDERAÇÃO:

Art. 12 – Somente um membro que tenha votado favoravelmente a uma proposta vitoriosa poderá pedir reconsideração ao plenário.

PARÁGRAFO ÚNICO: a proposta para reconsideração não poderá ser feita na mesma Assembléia em que o assunto a reconsiderar tenha sido votado.

Art. 13 – Vencedora a proposta de reconsideração, o assunto anteriormente decidido entrará em pauta, podendo ser confirmada, alterada ou anulada a decisão anterior.

IV – NÃO ADMITEM DISCUSSÃO:

Art. 14 – São propostas que não admitem discussão, devendo ser imediatamente postas a voto uma vez apoiadas:

  1. Para adiamento da discussão por tempo definido ou indefinido,
  2. Para encerramento das discussões e imediata votação,
  3. Para dirimir dúvidas sobre questões de ordem,
  4. Para responder a consulta da Mesa sobre questões de ordem previstas no Estatuto ou no Regimento,
  5. Para que o assunto seja entregue ou devolvido a uma comissão, para reapresentação posterior,
  6. Para voltar aos debates de assunto que tenha sido adiado,
  7. Para limitar o tempo dos oradores ou a discussão sobre qualquer matéria,
  8. Para prorrogação ou encerramento da sessão,
  9. Para encaminhar o modo da discussão de um parecer,
  10. Para concessão de honras especiais, manifestação de pesar, de reconhecimento ou de regozijo.

DA VOTAÇÃO:

Art. 15 – Concluída a discussão, o presidente anunciará, com clareza a proposta a ser votada, podendo determinar a sua leitura, se necessário, e então declarará a proposta em processo de votação, usando a seguinte expressão: está em votação ou expressão equivalente.

Art. 16 – Anunciada pelo presidente que a proposta se encontra em votação, nenhum membro poderá, sob nenhum pretexto, usar da palavra, antes que os votos sejam apurados.

Art. 17 – Submetida a proposta a votação, o presidente deverá solicitar os votos favoráveis e, em seguida, os votos contrários, anunciando desde logo o resultado.

Art. 18 – Deverão ser usadas as seguintes formas de votação:

  1. A aclamação, em que os membros são convidados a se manifestar levantando uma das mãos ou a se colocarem de pé ou ainda dizer: sim ou não,
  2. O escrutínio secreto, em que o voto será escrito.

Art. 19 – Os assuntos da Assembléia serão decididos por maioria de votos, respeitando-se as formas já explicitadas no Regimento e no Estatuto.

Art. 20 – A critério da Mesa ou a requerimento de qualquer membro, a votação poderá ser declarada viciada e os votos recontados.

PARÁGRAFO ÚNICO: em caso de recusa pela Mesa, para que declare votação viciada, ao requerente é facultado o direito de recorrer ao plenário.

Art. 21 – Qualquer membro com voto vencido poderá inserir em ata justificativa de seu voto, apresentando-a por escrito.

DAS QUESTÕES DE ORDEM:

Art. 22 – Qualquer membro poderá solicitar a palavra “pela ordem”, que lhe será imediatamente concedida nas seguintes circunstâncias:
I – Quando não estiver sendo observada a ordem dos debates, nos termos deste Regimento Interno e do Estatuto.

II – Quando algum orador tratar de matéria alheia ao debate ou estranha aos assuntos de interesse da Assembléia Geral.

III – Ou quando desejar propor:

  1. O encerramento da discussão e imediata votação,
  2. O adiamento da decisão por tempo definido ou indefinido,
  3. A entrega ou devolução do assunto a uma comissão para posterior reapresentação,
  4. A volta aos debates de assunto que tenha sido adiado,
  5. A limitação do tempo da discussão de qualquer matéria.

Art. 23 – Uma vez concedida a palavra, o membro exporá brevemente a questão de ordem, cabendo ao presidente decidir sobre a matéria, facultando ao membro apelar para o plenário caso, não aceite a decisão da Mesa.

DOS APARTES:

Art. 24 – O membro que desejar apartear um orador deve primeiro, solicitar-lhe o consentimento, e não falará se não lhe for concedido.

Art. 25 – Os apartes serão feitos para esclarecer o orador ou para pedir-lhe esclarecimentos sobre o assunto em discussão.
ESTRUTURA DO FORTGAM

FORTGAM – Frente de Operação Regional do Trabalho do GAM, é a Associação de duas ou mais GAMs, funcionando como núcleo vivo, na promoção de atividades próprias para gamistas valentes, proporcionando uma atuação conjunta, sem interferir na autonomia das organizações.

OBJETIVO DO FORTGAM: coordenar, apoiar e promover atividades de interesse comum dos gamistas valentes pertencentes à região de atuação do FORTGAM.

CONSTITUIÇÃO DE UM FORTGAM: deve ser constituído de, no mínimo, dois GAMs  pertencentes à mesma região.

ESTRUTURA DO FORTGAM: o FORTGAM deve possuir um nome, um tema, uma divisa, um hino oficial, e uma insígnia que o identifique. As cores devem ser as mesmas do GAM; porém, os uniformes poderão sofrer variações.

DIRETORIA DO FORTGAM: a diretoria do FORTGAM será eleita pelo Conselho Diretor, e constituída da forma a seguir, com suas respectivas atribuições:

COORDENADOR: poderá ser qualquer gamista

  1. Dirigir as reuniões do Conselho Diretor
  2. Coordenar as atividades do FORTGAM
  3. Representar o FORTGAM junto ao DAGAM e o DCGAM
VICE-COORDENADOR: poderá ser qualquer gamista

  1. Dirigir as Assembléias do FORTGAM
  2. Divulgar as atividades do FORTGAM
  3. Secretariar nas reuniões do Conselho Diretor

COMISSÃO DE ACAMPAMENTO: deve ser formada por um presidente de GAM, que será o Relator, e por um gamista valente de cada GAM do FORTGAM.

Promover Acampamento do FORTGAM em conjunto com o COORDENADOR e o Conselho Diretor.

COMISSÃO DE EVANGELIZAÇÃO: deve ser formada por um presidente de GAM, que será o Relator, e por um representante de cada GAM do FORTGAM.

Promover atividades evangelísticas

COMISSÃO DE RECREAÇÃO: Deve ser formada por um presidente de GAM, que será o Relator, e por um gamista valente de cada GAM do FORTGAM.

  1. Promover atividades recreativas
  2. Promover torneios esportivos
  3. Promover passeios

Obs. Outras comissões poderão ser formadas de acordo com a necessidade.
CONSELHO DIRETOR: deve ser formado por todos os presidentes de GAMs pertencentes ao FORTGAM.

ATIVIDADES QUE O FORTGAM PODERÁ REALIZAR:

  1. Acampamentos
  2. Torneios esportivos
  3. Atividades recreativas
  4. Atividades evangelísticas
  5. Intercâmbios
  6. Passeios
  7. Campanhas missionárias e de ação social
  8. Promoções de ação social

O Caráter Empreendedor do Líder

            Indubitavelmente, o empreendedorismo é a alma do líder eficaz. É a marca indelével e extraordinariamente reconhecida por todos. Principalmente, em se tratando de liderança de pessoas. Liderar pessoas é influenciá-las de tal forma que elas sintam-se entusiasmadas a chegar onde se pretende. Em poucas palavras: é conseguir resultados através de outrem.
            O nosso grande Deus é o maior exemplo inequívoco de Líder. Poderíamos citar vários episódios em que Ele exerceu sua magnífica liderança. Mas, por enquanto, vamos analisar apenas um: A condução do seu povo à terra prometida, registrada no livro de Josué 1.1-18. Neste trecho, observemos que Deus tinha um objetivo a alcançar: conduzir o seu povo à terra de Canaã. E, Ele escolheu consegui este resultado através de outrem. Pois, todos sabemos que Ele prefere usar homens para realizar os seus sonhos e alcançar objetivos.

Fazendo uma exegese do texto em referência, podemos afirmar o seguinte:

1 – O líder empreendedor surge da necessidade

Nunca devemos nos esquecer: sempre que houver um grupo, uma missão, um sonho, um objetivo a ser alcançado, haverá também a necessidade de ter um líder empreendedor. Alguém a quem se possa reportar, responder pelo grupo ou pela missão, alguém que possa ser o responsável direto diante de Deus, do grupo, e diante de seus superiores, alguém que possa entusiasmar o grupo e ser o elemento catalisador. Neemias 1.
2 – Deus escolhe o líder empreendedor

Ninguém deve assumir uma liderança apenas porque há necessidade de um líder; porque alguém quer ou recomenda; ou, simplesmente, por causa de interesses pessoais. Mas sim, em havendo a convicção de que Deus o escolheu para tal. Afinal, Deus é quem escolhe o líder. João 15.16; Josué 1.1-2; Ezequiel 2.

3 – Deus concede a missão ao líder
Qualquer que for escolhido por Deus para liderar, saberá a missão a ser cumprida. É impossível Deus escolher o líder e não lhe mostrar a missão, o empreendimento. A missão pode ser a curto ou longo prazo, árdua ou suave, mas sempre, nítida, de forma que o líder entenda. Jonas 1; Isaías 6; Juízes 6

4 – Deus concede os recursos e a capacitação ao líder
Deus dar garantias, proteção, poder, recursos, capacitação, abre as portas, e, sobretudo, concede o que for necessário, além de sua graça, para que o líder cumpra a sua missão com êxito. Mesmo nos momentos difíceis ou de crises, jamais desampara ou abandona o seu escolhido. Pelo contrário, irá com ele até às últimas conseqüências. Mateus 10.1; 28.20; Josué 1.5; Isaías 41.8-14.
5 – O líder deve fazer a sua parte
Nenhum líder chegará a algum lugar de braços cruzados, sem o devido empreendimento. Investido de inércia ou sem a mobilização necessária. Pois, o que compete ao homem fazer, Deus não o fará. O planejar, as estratégias, as divulgações, o envidamento de esforços, as pesquisas, e as organizações, são atribuições dos homens. Provérbios 6.6-11; 16.1; Lucas 5.4-6; João 11.38-44.

6 – O líder deve manter um bom relacionamento com Deus
É inegociável o bom relacionamento com Deus. Ele não abre mão, em hipótese alguma de uma boa parceria com Ele. Sem bom relacionamento com Ele o fracasso nos empreendimentos é inevitável. Ele espera que o líder reitere a sua parceria com Ele diariamente. O líder será muito feliz, se, diariamente, encontrar-se a sós com Deus, quando lhe apresentará os desafios, as necessidades, as dificuldades, o reconhecimento, os agradecimentos, a adoração, a intercessão, e, além disso, ouvir o que Deus tem a lhe dizer. Deus sempre tem algo a dizer. João 3.27; 15.5; Salmo 1.2-3; Jeremias 29.11-13.

ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS PARA UMA LIDERANÇA EMPREENDEDORA


1) Exercer a liderança com autoridade, evitando a manifestação exacerbada do poder. Exemplos: Saul (I Samuel 14.24-51); Jesus (Mateus 7.28-29).
2) Definir metas. Porém, não antes de conhecer a história do grupo. Pois, há muitos fatores que a envolvem. Além disso, é mister saber como o grupo se encontra, e aonde pretende chegar. Lucas 14.28-32.
3) Ter objetivo definido e passos claros a serem dados.
4) Recursos materiais e humanos, necessários à consecução do objetivo.
5) Estabelecer um cronograma desafiador, porém, exeqüível.
6) Fazer avaliação periodicamente e tomar as medidas necessárias.
7) Fazer-se conhecido dos liderados: apresentar-se pessoalmente a cada liderado; visitá-los; ouvir o que eles têm a dizer e anotar suas sugestões e reivindicações para tomar as providências necessárias.
8) Nunca efetuar mudanças de uma só vez: é melhor agir por etapa, buscar sempre conhecer a organização como funciona. Agir precipitadamente é destrutivo e imprudente.
9) Identificar os liderados que fazem as coisas acontecerem. Ganhar o apoio destes liderados o mais rápido possível. Dizer o que sabe sobre as realizações deles e o que gostaria que continuassem a fazer. I Samuel 14.52.
10) Ouvir os liderados quietos. As pessoas têm diferentes maneiras de se comunicar. Às vezes, é fácil não dar atenção aos liderados tranqüilos, que falam pouco. Mas o líder deve mostrar a eles o valor de sua contribuição e incentivá-los a dar sua opinião. Afinal, até o calado é tido como sábio. Além disso, quem guarda a sua boca conserva a sua alma, mas quem muito abre os seus lábios traz sobre si perturbação. Provérbios 13.3. Ouvir os liderados raivosos, que reclamam o tempo todo. Às vezes, eles são ignorados ou considerados irritantes. Mas podem estar expressando o que os outros têm medo de falar. O líder deve colocá-los no foco, perguntá-los como poderiam fazer melhor e encarregá-los de resolver a questão. Ouvir os liderados conservadores, que não querem correr riscos. Pois, eles precisam ser encorajados a confiar neles, no potencial do grupo, na ação divina e no líder. Sobretudo, não podemos esquecer que o nosso maior líder: Jesus; foi um grande ouvinte. Inclusive, fazia pesquisa. Mateus 16.13-19.
11) Supervisionar as atividades atribuídas aos liderados para execução.

PASSOS BÁSICOS PARA DELEGAR PODER AOS LIDERADOS

1 – Designar as atribuições ao liderado mais apropriado.
2 – Assegurar-se de que o liderado vai cumprir bem a atribuição recebida.
3 – Conferir ao liderado autoridade suficiente para cumprir bem a atribuição.
4 – Aprazar para que o liderado preste o relatório do cumprimento da atribuição.
5 – Supervisionar o liderado no cumprimento da atribuição.
6 – Nunca transferir responsabilidade intransferível (II Reis 4.18-37).

 

MARKETING NA LIDERANÇA


            O Marketing é a arte de pesquisar e estudar o mercado e oferecer-lhe o que se quer vender, independente de existir necessidade ou não. Pois, cria-se a necessidade e vende-se o suprimento. Também é a arte de atrair e agregar resultados. É o mecanismo aplicado com o fim de vender uma imagem, roubar a cena, atrair a atenção e adeptos, transmitir um conceito, e conquistar muitos outros resultados. Trocando em miúdos... É a arte de vender o peixe. Ou, se preferir, é a arte de dourar a pílula para fisgar o peixe. 
            O nosso grande DEUS sempre foi um grande incentivador do marketing. Podemos observar uma de suas orientações quanto a utilização de um dos instrumentos do marketing, que está registrado na Bíblia, no livro do profeta Habacuque 2.1-3.
            O Marketing na liderança do             GAM é estupendamente inevitável. E, facilmente aplicável e desenvolvível.
            É descabido acreditar que se pode liderar eficientemente o GAM sem a utilização da ferramenta do marketing. Vivemos na era da comunicação rápida, eficiente, informatizada, e nutrida de imagens atrativas, traduzidas na linguagem do público alvo.
            O marketing na liderança do GAM deve ser exercitado de forma satisfatória e com profundidade, internamente, entre os gamistas valentes, junto à UHB, à Igreja, à Comunidade, à Associação, às Convenções, e aos demais departamentos necessários.
            Em se tratando de liderança, o marketing é uma ferramenta de relacionamento entre o líder e os liderados. Não há como influenciar os liderados, entusiasmando-os a ser cooperadores na conquista dos empreendimentos, sem desenvolver um bom relacionamento e uma boa comunicação com eles. Pois, quando há um bom relacionamento, há confiança, respeito, disposição em cooperar, reconhecimento da autoridade, e muito mais! Entretanto, o exercício da comunicação entendível e satisfatória é indispensável. O líder deve falar de maneira que os liderados o entendam. A comunicação da mensagem clara é fundamental. Neemias 2.17, 18; Josué 1.10-18; Habacuque 2.1-2.

PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE CULTO DE ANIVERSÁRIO E OUTRAS ATIVIDADES COM TODA A IGREJA:

I – O que deve ser feito:

Marcar o dia da atividade
Divulgar a atividade
Providenciar, insígnias, uniformes, bandeiras, murais para exposição, etc.
Convidar pregador e grupo musical, etc
Definição de atribuições de cada gamista valente na programação
Elaborar o programa da atividade
Ensaiar todo o programa com todo o grupo
Providenciar fotógrafo e filmagem
Ornamentar a Igreja com símbolos do GAM

DATAS COMEMORATIVAS


  1. Dia do gamista valente – 21 de janeiro
  2. Aniversário da UHBB – 23 de janeiro
  3. Dia de Missões Mundiais – 2º domingo de março
  4. Dia Mundial de Oração e Testemunho do Homem Batista – 4º sábado de abril
  5. Dia do Homem Batista – 1º domingo de junho.
  6. Aniversário do GAM Congregacional
  7. Dia de Missões Estaduais – 2º domingo de julho
  8. Dia do Embaixador do Rei – 25 de agosto
  9. Dia de Missões Nacionais – 2º domingo de setembro
  10. Aniversário de organização da PIB do Brasil – 15 de outubro

AJUDA E APOIO AO GAM:

Qualquer gamista valente ou sua organização poderá, se precisar, buscar ajuda ou apoio, objetivando o melhor funcionamento da sua organização, junto aos órgãos denominacionais que, inclusive, tem a atribuição de cooperar a fim de que cada gamista valentes se dinamize e avance, se desenvolvendo e crescendo cada vez mais. 

DAGAM – Departamento Associacional do GAM. A organização congregacional faz parte do DAGAM, o qual tem por função: o apoio e a mobilização das organizações das Igrejas locais, na realização de programas na área da Associação.

DCGAM – Departamento Convencional do GAM. É o segmento da União convencional responsável pelo desenvolvimento geral do GAM, em nível estadual, pelo cadastramento das organizações associacionais e congregacionais. Também é responsável pela formação e treinamento de líderes, pela elaboração de atividades especiais, pela realização de acampamentos, congressos e outras atividades O Conjunto de Associações formam a União de Homens Batistas Convencional. O DCGAM apóia e mobiliza as associações. Promove a unidade do trabalho em todo o estado, relacionando-se com as igrejas, sem, contudo, interferir nas atribuições associacionais. Na direção do DCGAM, está o Coordenador Estadual, indicado pelo Secretário Geral, e em sua ausência, pelo Presidente, e homologado pelo Conselho, a quem deve prestar relatórios e informações do Departamento.

DENAGAM – Departamento Nacional do Grupo de Ação Missionária. É o segmento da UHBB responsável pelo desenvolvimento geral do GAM em nível nacional, pelo cadastramento das organizações regionais, convencionais, associacionais e congregacionais. Também é responsável pela formação e treinamento de líderes, pelo desenvolvimento da revista O Gamista, pela elaboração de atividades especiais, pela realização de acampamentos, congressos e outras atividades. Apóia e mobiliza os DCGAMs convencionais em atividades estaduais e nacionais e os DERGAMs. Promove a unidade do trabalho em todo o país, relacionando-se com as igrejas, sem, contudo, interferir nas atribuições convencionais e associacionais. Na direção do DENAGAM está o Coordenador Nacional, indicado pelo Secretário Geral da UHBB, e em sua ausência, pelo Presidente, e homologado pelo Conselho, a quem deve prestar relatórios e informações do Departamento.





  VAMOS CADASTRAR O GAM?




Dentro de 15 dias estaremos enviando a credencial.




Cadastro do GAM


Nome do GAM:______________________________________________________________

Igreja:____________________________________________________________________

Rua:______________________________________________________________________

Nº: ________________________________Complemento:____________________________

Bairro: ___________________________ Cidade:_____________________CEP:__________

UF :__________ Te l: ( __ ) ____________________ Tel : ( __ ) ______________________________

Associação:___________________________  Convenção :   ___________________________

Pastor:____________________________________________________________________

Envie para:

UHBB:  Rua José Higino, 416 – Prédio 15 – Tijuca

              Rio  de Janeiro – Rio de  Janeiro – RJ – CEP :20.510-412

FAX: ( 21 ) 2298-1258

E-MAIL:  denagam@bol.com.br em caso de gam's da bahia enviar com cópia para caravana.esperanca@gmail.com